terça-feira, 30 de dezembro de 2008



Nas minhas fantasias obscenas vejo você
Ó pueril menina,
que a aura e branca e translúcida quase como a neve,
me sonho invadindo seu âmago,
deglutindo seu corpo,
tomando no seu cálido cálice a alma minha e tua,
alma em que pequenos goles
devassos de prazer,
se escorrendo em meu corpo me arrepiando as partes mais sombrias de mim,
o dose devaneio,
e te querer num sururu meu,
te quero em partes,
quero de vez,
de vez em, todas as horas,
te imagino aqui não outrora,
seu calor,
sua pele,
seu cheiro de dose flor,
num abraço meu falta algo,
algo você,
algo,
eu e você,
em tal sintonia que não imaginava ocorre assim,
veio como chuva de verão que não passou,
sim marcou,
talvez seja desejo meu que não passe,
amores inventados são os meus casos
e sim muitos acasos,
paixões súbitas ardentes em mim que com tal
calor que me aquecem pra não sucumbi
em tristeza amarga
em tristeza sem fim...
feliz,
feliz em fim
um todos os afins mergulho
em novos conceitos oriundos imaginados por mim,
ó sim,
te quero de um todo
te quero sem fim,
enfim nasceu o que mataram em mim,
você,
ó você ressuscito o que a via morrido em mim,
me faça de seu!!!
me faça só seu!!!
me entrego assim sem causa dos fins
simplesmente assim,
não quero esquecer passados notórios,
mas sim pensar em novas historias
escrever novos momentos,
participe de mim se você quiserdes a mim,
me faça feliz e te farei imortal pra mim....
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" Te desejo como ao ar, mais que tudo, és manhã na natureza das flores ...Espero com a força do pensamento..."
(Djavan)

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