
...momento de calma pressa continua,
Reviro-me por inteiro
Nessa inquietude do silencio,
Solidão,
Do ficar mudo,
Do estado vegetativo de um ser que quer
Encontrar a solução para um coração sem alma
A onde foi à alma?
Há talvez tenha ficado uma parte
Com cada,
Talvez tenha fugido para não mais sofrer a falta
De carinho
De afagos
De cafunés
Que me roubaram igual doce de criança...
Tal crueldade feita pelo desapego praticado
Pelo meu bom senso e meus pensamentos
Tão soltos,
Tão vagos,
Tão sem sentido
Que me perco em minhas linhas
E retilíneas escritas a lápis
Em papel de pão, agora jogado no fundo da bolsa,
A qual agora jogada ao canto assiste tristemente
Meus lamentos marcados a grafite,
Minhas saudades
Tão expostas,
Minhas palavras perdidas
Que nem sei por onde comecei...
Talvez a hora de parar chegue,
Mas em quanto isso não acontece
Eu vou escrever meus lamentos
Vividos meus festejos
Curtidos,
Festejar,
Relembrar,
Marcar,
Comemorar,
Desfrutar dos desfrutes
De todas as horas do seguinte momento...
Reviro-me por inteiro
Nessa inquietude do silencio,
Solidão,
Do ficar mudo,
Do estado vegetativo de um ser que quer
Encontrar a solução para um coração sem alma
A onde foi à alma?
Há talvez tenha ficado uma parte
Com cada,
Talvez tenha fugido para não mais sofrer a falta
De carinho
De afagos
De cafunés
Que me roubaram igual doce de criança...
Tal crueldade feita pelo desapego praticado
Pelo meu bom senso e meus pensamentos
Tão soltos,
Tão vagos,
Tão sem sentido
Que me perco em minhas linhas
E retilíneas escritas a lápis
Em papel de pão, agora jogado no fundo da bolsa,
A qual agora jogada ao canto assiste tristemente
Meus lamentos marcados a grafite,
Minhas saudades
Tão expostas,
Minhas palavras perdidas
Que nem sei por onde comecei...
Talvez a hora de parar chegue,
Mas em quanto isso não acontece
Eu vou escrever meus lamentos
Vividos meus festejos
Curtidos,
Festejar,
Relembrar,
Marcar,
Comemorar,
Desfrutar dos desfrutes
De todas as horas do seguinte momento...
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