quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Sorvedouro



Gesto corrompido,
fato consumido,
não falo do mesmo poço,
por que o salto nunca é o mesmo...

Mesmo sabendo se perder,
calando,
cantando,
gemido mudo,
como grito sem sopro...

Todo passo corrido,
retrocede,
repulsa o cansado,
tudo construído se esvai...

Em coro,
explode as avessas,
nos seus olhos o inferno de mim,....
espelho,...
espelho,...
Teu baço tem meu sangue,
tua lagrima meu olho...

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